Acabei de ler um post da mamãe Fá que sigo e estou aderindo a campanha com esse selinho. Outro dia fiquei chocada quando vi em um blog uma mãe fazendo a seguinte declaração: '' Cesárea não é parto! '' Fico sem palavras como uma MÃE consegue ter esse tipo de opinião atualmente, com todo o avanço que temos e conhecimento.
Esse tipo de radicalismo para mim soa como total ignorância, pois mãe que é mãe, desde já, pode decidir o que é melhor para sua própria saúde física e para o seu baby, logo cesárea é PARTO sim!
Eu, Juliana, estou tranquila quanto a isso, se Deus achar que faremos normal, assim faremos, mas caso contrário, estou super segura aonde terei e nas mãos do meu médico e nem por isso serei menos mãe do que aquelas que sentiram as famosas dores do nascimento.
Sinceridade? Acho que quando se tem algo público, tipo um blog, de alguma forma você acaba influenciando pessoas, expondo idéias, aqui são depositados não só sentimentos, mas vida humana, lidamos com pessoas, com opiniões e é claro que há uma liberdade, mas acho que antes de sair postando qualquer besteirinha, temos que pensar!
Super apóio essa idéia! Fá, mandou bem. Eu fiquei tão indignada quanto você.
Super beijo!
Mudando de assunto.
Ando muito preocupada com o futuro a minha espera. Não, não estou preocupada se terei noites inteirinhas a dormir, muito menos se terei todo o tempo do mundo para fazer chapinha no corte novo do meu cabelo.Falo de convivência, de ser mãe vivendo com a mãe e sem a menor condição momentânea de mudar essa situação.
Minha mãe desde então, tem sido muito útil mesmo! Por preocupação dela e minha, eu durmo todos os dias ao seu lado, se levanto para um xixi básico, ela já acorda, pergunta se está tudo bem, como aquela comidinha fresquinha, recebo carinho através desses pequenos grandiosos gestos, mas ainda assim, me preocupo.
Em um post mais adiante, vou comentar sobre o resguardo messiânico, o qual pretendo seguir e mais uma vez repito - o tema do meu blog é outro, mas vou precisar explicar, pois vou andar sumida por uns 75 dias; hum, por volta de 2 meses ( estou pensando ainda se a minha irmã pré pode postar de vez enquando, ela vai adorar, mas eu vou ficar tensa, vou decidir mais a frente.) e isso também me preocupa.
O resguardo messiânico como disse acima, gira em torno de 2 meses e 15 dias, sendo que nos primeiros dias de vida mesmo da Sofia, quem irá praticar toda a rotina dela, será a minha mãe, fico super aliviada lógico, mas fico receiosa dela fazer algo diferente do que eu faria, afinal, é a minha vez de ser mãe.
Quero que a Sofia tenha uma rotina desde cedo e de alguma forma, vou acompanhar essa rotina de ''longe'', pois estarei cumprindo esse tempo e espero de verdade que tudo corra da melhor forma possível.
O meu humor anda super mexido, as coisas aqui andam muito tensas, sempre tem uma gritaria, um ti-ti-ti e isso não me agrada, apesar de muitas vezes eu me considerar errada, tenho sempre que no final das contas, engolir esse sapo e me recolher, afinal, o que mais posso fazer?
Engravidei, não estou empregada, não estou estudando, estou simplesmente em casa, todo dia sempre igual. Tenho que lidar com as minhas emoções, superar todos os dias a minha ansiedade, lidar com as novidades e imprevistos, tentar conciliar Vitor, minha mãe, a paz mundial, enfim, é um pouco surtante.
Quando me refiro, geralmente de forma grosseira que preciso mudar tudo isso, ouço que sou ingrata. Tá, até que ponto sou ingrata em sentir necessidade de viver esse momento? Mesmo sabendo que preciso dela até o último fio de cabelo??? Pois é, é contraditório demais.
Em casa somos até então 3 mulheres, todas no auge: Uma mãe beirando os 50 anos, separada e do lar; uma filha de 24 anos, grávida e desempregada e uma filha pré adolescente rebelde ciumenta. Imaginaram? Em breve, seremos todas essas e um bebê. É, (até suspirei) seja lá o que Deus quiser de nós.
Beijos, Jú.